É um vácuo escuro, este:
Frio como a indiferença.
Nesse céu de ausência,
O que procuro?
Luzes apagadas por aqui.
Só vazio. Nada se encherga.
As estrelas devem ser criadas,
Nomeadas, descobertas.
Navegamos no improvável.
Desejamos, sem esperar,
Uma rota mais estável.
Pulsa algo... lá na frente.
Algo luminoso, frágil, leve.
Me aproximo: vejo (ou quero ver).
Algo brilha, ainda timidamente:
Estrelinha feito gente.
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