Mergulhando no oceano da memória
as vezes acho algo que me faz pensar:
uma ilha da qual desconheço a história,
um navio sem velas, que não pode navegar,
um simples marinheiro que uma onda levará,
um céu com aves brancas, que recusam-se a voar.
Olho ali e tem sereias... mas o canto não está.
Mergulhando em água escura, onde nada chegará,
quando nada faz sentido, quando lógica não há,
qual direito, que ousadia, esperar em se salvar!
Mergulhando então estava, sem mais nada desejar.
«Feche os olhos, venha o frio, não resista ao afundar...»
Lentamente, nessas ondas, faltou pouco eu me entregar.
Mas são ondas do passado, que não podem mais voltar.
as vezes acho algo que me faz pensar:
uma ilha da qual desconheço a história,
um navio sem velas, que não pode navegar,
um simples marinheiro que uma onda levará,
um céu com aves brancas, que recusam-se a voar.
Olho ali e tem sereias... mas o canto não está.
Mergulhando em água escura, onde nada chegará,
quando nada faz sentido, quando lógica não há,
qual direito, que ousadia, esperar em se salvar!
Mergulhando então estava, sem mais nada desejar.
«Feche os olhos, venha o frio, não resista ao afundar...»
Lentamente, nessas ondas, faltou pouco eu me entregar.
Mas são ondas do passado, que não podem mais voltar.
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Le Onde
Immerso tra i flutti della memoria
trovo spesso qualcosa a cui pensare:
un’isola verde, ma ne ignoro la storia,
navi senza vele che non sanno navigare;
un marinaio, perso, che un’onda prenderà,
un cielo con gabbiani che rifiutan di volare.
In un angolo, sirene... ma il canto non si udrà.
Disperso in acque scure... salvarsi, che arroganza!
Mentre tutto perde senso, già privo di sostanza,
come osare continuare, anche solo galleggiare,
in un mare senza vento dove muore la speranza.
«Chiudi gli occhi, non nuotare, meglio lasciarsi andare...»
Era in onde come queste che rischiavo di affogare;
ma son onde del passato, che non possono tornare.
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Davide (7-5-2010)
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