Como gosto da chuva, quando é noite,
quando tudo se vai, quando faz frio.
Quando nos vence um sentimento forte,
num mundo que parece tão vazio.
Logo ela está, a senhora de cristal,
discreta amiga nas horas da tristeza;
humilde e meiga irmã do vendaval,
com suas notas azuis, sua gentileza.
Eu sinto... sim, eu creio que se importe,
que abafe os sons por isso, e os sonhos meus.
Muda é a cidade: que o mundo se comporte!
Cale-se tudo... é a hora dos adeus.
E aí vem ela, o tambor da natureza,
lágrimas puras e voz de um canto antigo.
Ritmo de paz... batuca com leveza;
chora por mim, ou então chora comigo.
quando tudo se vai, quando faz frio.
Quando nos vence um sentimento forte,
num mundo que parece tão vazio.
Logo ela está, a senhora de cristal,
discreta amiga nas horas da tristeza;
humilde e meiga irmã do vendaval,
com suas notas azuis, sua gentileza.
Eu sinto... sim, eu creio que se importe,
que abafe os sons por isso, e os sonhos meus.
Muda é a cidade: que o mundo se comporte!
Cale-se tudo... é a hora dos adeus.
E aí vem ela, o tambor da natureza,
lágrimas puras e voz de um canto antigo.
Ritmo de paz... batuca com leveza;
chora por mim, ou então chora comigo.
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Pioggia
Magica la pioggia, quando è notte:
sulle foglie, sui pensieri, su ogni cosa.
Risuona come un sentimento forte,
e il mondo sembra se ne stia in attesa.
C'è solo lei, la signora di cristallo,
discreta amica in ore di tristezza.
Sui tetti e per le strade, in un ruscello,
tranquilla scorre via con l'amarezza.
Io sento... si, io credo che si importi,
lei che attutisce i suoni, e i sogni miei.
Muta, città: che il mondo la sopporti.
Tutto zittisca... è l’ora degli adii.
Per ora parla lei, canto leggero,
lacrime antiche e un ticchettio che freme.
Ritmo di pace... risuona lieve, fiero;
piange per me, o forse piange insieme.
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Davide (8-11-2009)
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