Ai, quantas palavras, hipóteses, suposições...
Os sentimentos se mostram com avaliações?
Desconfiamos, duvidamos, afastamos sem falar.
Esquecemos a resposta que precisaria escutar.
Do que vale conversar, explicar, justificar,
Se depois na frase falta sempre o verbo principal?
É aquela expressão que já se tornou banal,
A que então se subestima, que se fala por falar.
Logo aquela, a mais antiga, de valor emocional,
Que hoje lemos todo o dia... mas em algo comercial.
Porém, quanta paz daria, em noites como esta?
Sendo como deveria: vislumbrando uma promessa.
Que palavras de poder! Quase um sonho de infinito.
Um sussurro sufocado, mas que é forte como um grito.
Então, diz: por que o silêncio? Para que sair ferido,
Quando a voz do sentimento poderia me dar abrigo?
Os sentimentos se mostram com avaliações?
Desconfiamos, duvidamos, afastamos sem falar.
Esquecemos a resposta que precisaria escutar.
Do que vale conversar, explicar, justificar,
Se depois na frase falta sempre o verbo principal?
É aquela expressão que já se tornou banal,
A que então se subestima, que se fala por falar.
Logo aquela, a mais antiga, de valor emocional,
Que hoje lemos todo o dia... mas em algo comercial.
Porém, quanta paz daria, em noites como esta?
Sendo como deveria: vislumbrando uma promessa.
Que palavras de poder! Quase um sonho de infinito.
Um sussurro sufocado, mas que é forte como um grito.
Então, diz: por que o silêncio? Para que sair ferido,
Quando a voz do sentimento poderia me dar abrigo?
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Davide (15-8-2010)
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