Me fale, oh musa das humanas gentes,
da força das palavras e do coração.
De armas, cavalheiros, de miséria e potentes,
dos gritos das batalhas, e das que são em vão.
Me conte então da arte, me cante da paixão:
me diga com suspiros que nunca morrerão.
Me mostre enfim o amor, e fale do perdão.
Me ensine o tudo e o nada... o impulso, e a razão.
da força das palavras e do coração.
De armas, cavalheiros, de miséria e potentes,
dos gritos das batalhas, e das que são em vão.
Me conte então da arte, me cante da paixão:
me diga com suspiros que nunca morrerão.
Me mostre enfim o amor, e fale do perdão.
Me ensine o tudo e o nada... o impulso, e a razão.
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Musa
Parlami, oh musa delle antiche genti,
del potere che nasconde il cuore umano.
Di armi, cavalieri... di miseria e potenti,
di grida di battaglia, e di battaglie invano.
Mostrami l’arte, le passioni, ciò che fanno,
e dimmi, tra i sospiri, che mai moriranno.
Racconta poi l’amore, e perdona le persone.
Insegna il tutto e il niente... l’impulso e la ragione.
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Davide (9-10-2009)
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