Quem pode dizer, antes de dançar,
se tem a coragem de quem já dançou?
Passos em círculo, o engano no olhar,
os olhos são lâminas... já começou!
As feras se estudam, a dança é brutal,
arma na mão e alma tribal,
malvada beleza, estratégia letal,
a dança é antiga, não tem nada igual.
De repente, uma linha vermelha no ar.
O círculo para: silêncio mortal.
Alguém na poeira, acabou de lutar,
deitado, sangrento... mas isto é normal.
É história de índio, de areia e ilhas,
um mundo selvagem, cheio de armadilhas
um mundo de longe, também colonial,
de rara beleza... beleza fatal.
Passos em círculo, o engano no olhar,
os olhos são lâminas... já começou!
As feras se estudam, a dança é brutal,
arma na mão e alma tribal,
malvada beleza, estratégia letal,
a dança é antiga, não tem nada igual.
De repente, uma linha vermelha no ar.
O círculo para: silêncio mortal.
Alguém na poeira, acabou de lutar,
deitado, sangrento... mas isto é normal.
É história de índio, de areia e ilhas,
um mundo selvagem, cheio de armadilhas
um mundo de longe, também colonial,
de rara beleza... beleza fatal.
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ANIMA TRIBALE
Chi mai può dire, prima della danza,
di avere il coraggio di chi ha già danzato?
Passi in circolo, l’inganno negli occhi,
sguardi come lame… è già cominciato!
Fiere che si studiano, danza brutale,
armi alla mano e anima tribale,
crudele bellezza e strategie letali,
la danza è antica e non ha certo eguali.
D’improvviso, una linea cremisi… cruciale.
Il giro si ferma: silenzio mortale.
Qualcuno è caduto, non può più lottare,
disteso nel sangue… ma questo è normale.
È storia di indios, di isole e spiagge
un mondo feroce di lotte selvagge;
un mondo lontano, d’era coloniale,
di rara bellezza… bellezza fatale.
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Davide (4-8- 2006 - Rio)
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